PORTO

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    (9786)
    Localização
    Localização Portugal
    Porto
    Região Norte
    Sub-região do Grande Porto
    Distrito do Porto

    Latitude: 41.1453143; Longitude: -8.61594
    Altitude: 75 metros.

    Área 41,42 Km2
    Habitantes 237 591
    Clima Mediterrânico.
    Estradas A-9 – IC1, A-1 – IP-1 – E-1, N-1, N-15, E-82, A-4 – IP-4, N-12, A-3 – IP-1 – E-1, E-14, A-8 – IC-1
    Habitação
    Alto Custo

    Hotel Infante de Sagres
    Praca Dona Filipa de Lencastre, 62
    4050-259 Porto
    Telef: (351) 223 398 500

    Médio Custo

    Grande Hotel do Porto
    Rua de Santa Catarina, 197
    4000-450 Porto
    Telef: 222 076 690

    HF Hotel Ipanema Porto
    Rua do Campo Alegre, 156-172
    4150-169 Porto
    Telef: (351) 226 075 059

    Onde Comer

    Restaurante Capas Negras II
    Rua do Campo Alegre, 191
    4150-177 Porto
    Telef: (351) 226 078 380

    Restaurante Casa Nanda
    Rua da Alegria, 394
    4000-035 Porto,
    Telef: (351) 225 370 575
    (descente da célebre Mamuda do Restaurante Montenegro)

    Restaurante O Escondidinho
    Rua Passos Manuel, 142
    4000-382 Porto
    Telef: (351) 222 001 079

    Especialidades Gastronómicas
    Caldo verde, bacalhau à Gomes de Sá, bacalhau assado com batata de murro, bacalhau à Zé do Pipo, farinha de pau com bacalhau, bacalhau à Braz, tripas à moda do Porto, cabrito assado, francesinha, lampreia à Bordalesa, tripas enfarinhadas, polvo assado na brasa, roupa velha, sarrabulho à Porto, cozido à Portuguesa, arroz de marisco, leite-creme, arroz doce, broa, Vinho do Porto, Vinho Verde
    Detalhes
    A zona onde o Porto se insere é habitada desde a idade do Bronze.
    O local onde se encontra, Morro da Ventosa, tinha características defensivas muito boas justificando por isso o seu povoamento, que foi designado por Cale, depois Portus Cale e Portucale.
    As populações locais tiveram contatos com os povos do mediterrânio desde o século VIII a. C. , e a partir do século II a. C. com os povos romanos, que ali teriam construído uma muralha defensiva no século III.
    A urbe expandiu-se no século IV e Portucale passa a abranger as duas margens do Rio Douro.
    O século V assistiu à invasão dos suevos e, durante o reino visigótico Portucale cunhou moeda e enviou um Bispo ao III Concílio de Toledo.
    Em 716 o mouro Abd al-Aziz ibn Musa invadiu e destruiu Portucale sendo a zona quase que abandonada após um contra-ataque em 750 de Alfonso I das Astúrias.
    O necessário repovoamento processou-se pela mão do Conde Vímara Peres a partir de 866, passando Portucale, mais tarde, à categoria de Condado e atingindo a palavra Portucale um sentido mais lato e generalizado.
    Portucale foi invadido no ano 1000 pelas forças do mouro Al-Mansur que dali partiram para destruírem Santiago de Compostela.
    A posição geográfica do condado fez com que viesse ainda a sofrer várias incursões, vikings e sarracenas, salientando-se, para normalização da região, a fixação do Condado de Coimbra e a retomada da cidade em 990 por D. Munio Viegas, embora os vikings ainda tivessem continuado com incursões no século XI, salientando-se a do ataque a Vermoim em 1014.
    Em 1096 o governo de Portucale foi entregue ao conde D. Henrique de Borgonha, que passou a capital do condado para Braga.
    Após a morte de D. Henrique, pai de D. Afonso Henriques, a sua mulher D. Teresa, em 1120, doou o Couto de Portucale a D. Hugo bispo da Diocese do Porto, que em 1123 concedeu uma carta foral aos seus moradores com caraterísticas muito liberais para a época, fato que promoveu um progresso muito rápido da região. No século XII o Porto concentrava-se no atual bairro da Sé, na Pena Ventosa, em redor à Catedral que começou a ser aí construída neste século, estando condicionado o seu crescimento pela Cerca Velha de origem românica.
    Os séculos XIII e XIV assistiram ao desenvolvimento de urbe para além da Cerca Velha com a construção de casas, conventos e mosteiros como o Convento de São Francisco e da Alfândega Velha, conhecido como a Casa do Infante cuja construção foi iniciada em 1325. O século XIV foi particularmente notável com a construção da nova muralha, a Muralha Fernandina, que iniciada por D. Afonso IV só foi concluída no reinado de D. Fernando em 1370.
    D. João I casou na Sé do Porto com D. Filipa de Lencastre em 1387, tendo sido também no Porto que nasceu o Infante D. Henrique, internacionalmente conhecido por Henry, the Navigator. A disputa pela posse da urbe que, entretanto, se tinha levantado entre o Bispo do Porto, D. Gil Alma e D. João I, foi resolvida por um acordo ratificado em 1406 pelo Papa Inocêncio VII, que entregava o Porto à Coroa, ganhando a cidade a sua autonomia administrativa.
    A disputa pela posse da urbe que, entretanto, se tinha levantado entre o Bispo do Porto, D. Gil Alma e D. João I, foi resolvida por um acordo ratificado em 1406 pelo Papa Inocêncio VII, que entregava o Porto à Coroa, ganhando a cidade a sua autonomia administrativa.
    Em 1386 D. João I criou uma Judiaria no cimo do Monte do Olival, a Judiaria do Olival transferindo para aí os judeus.
    Em 1496 D. Manuel I ordenou a expulsão de Portugal dos judeus que não se convertessem à fé cristã, acabando-se assim a Judiaria dos Olivais.
    Os nobres estavam proibidos de residir no Porto ou de aí passar mais de três dias, condição que D. Manuel I terminou em 1509.
    Em 1517 D. Manuel I concedeu ao Porto um foral com novos privilégios que fez acelerar mais ainda o seu desenvolvimento.
    Nos séculos XV e XVI assistiu-se à construção de múltiplos conventos, colégios, hospitais, pontes e ruas que conduzem à expansão da urbe em várias direções.
    Nos séculos XVII e XVIII esta expansão ainda foi maior, tendo a presença no Porto a partir de 1725 do artista italiano Nicolau Nosolini.
    No século XIX o Porto é marcado pela instabilidade provocada pela Invasões francesas e, nas Guerras Liberais, pelo cerco que lhe foi movido em 1832 e 1833 que lhe provocaram destruições na zona ribeirinha. No entanto na sua segunda metade o Porto evidenciou um grande progresso com a construção de mercados, pontes sobre o Rio Douro, Pavilhões, instalação de iluminação pública, abastecimento de água, caminho-de-ferro e liceus.
    No século XX o Porto continuou a desenvolver-se em todas as suas formas, aparecendo também uma componente industrial na sua periferia, muito em direção ao Porto de Leixões que entretanto tinha gozado de importantes melhoramentos, assim como a zona de Ramalde.
    O Porto foi Capital Europeia da Cultura em 2001 e abriu o seu Metropolitano ao público em 2002.

    Câmara Municipal do Porto
    Telef: (351) 222 097 000
    geral@cm-porto.pt

    Turismo do Porto
    Telef: (351) 223 393 472
    visitporto@cm-porto.pt

    Locais a Visitar
    Sé, Igreja dos Clérigos, Torre dos Clérigos, Câmara Municipal, Avenida dos Aliados, Igreja Monumento de São Francisco, Casa da Música, Torre Medieval, Igreja de Santo António das Antas, Palácio de Cristal, Igreja do Carmo, Igreja da Trindade, Porto Ribeirinho, Estádio do Dragão, Muralhas Fernandinas, Mercado do Bulhão, Forte de São Francisco Xavier do Queijo, Livraria Lello & Irmão, Arco de Sant’Ana, Monumento a D. Pedro IV, Monumento aos Mortos da Guerra Peninsular, Palácio da Bolsa, Casa do Infante, Casa de Almeida Garrett Jardim Botânico, Planetário, Rotunda da Boavista, Pontes Viárias e Ferroviárias sobre o Rio Douro, Foz do Rio Douro.
    Especialidades Notaveis
    Vinho do Porto
    Festas
    23 para 24 de junho Festa de São João
    Fotos

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