RIO CAVADO

  • RIO CÁVADO


    O Rio Cávado é um rio eminentemente português que nasce na Serra de Larouco (Fonte da Pipa) a 1.520 metros de altitude e que, segundo algumas gentes da Serra (versão menos correta), entra ligeiramente em Espanha ao pé de Baltar, Galiza, regressando a Portugal cerca de Padornelos, donde segue para Montalegre.

    Ao contrário de outros rios da região com percursos bem marcados em Espanha, o Rio Cávado parece estar isento de bruxas, feiticeiras, homens peixe, xarcos e restante parafernália de seres sobrenaturais que assombravam os primeiros.

    Será que os Luso-Ó-Galaicos eram menos supersticiosos do que os Galaico-Ó-Lusos, ou que os segundos tinham mais tempo para se preocuparem com coisas que não fossem só trabalhar para ganhar para a bucha, a exemplo do que acontece atualmente?

    Pergunta para a qual o autor não tem, nem encontra resposta, mesmo remontando ao tempo de D. Teresa e de seu filho desobediente, D. Afonso Henriques, combinação que misturada com D.Afonso VII de Castela esteve na base do que passou a ser designado por Lenda de Egas Moniz Trajando De Branco Com Uma Corda Ao Pescoço, mãe do método, praticado na Lusitânia desde 1140 d.C. do peço emprestado, prometo que pago, ponho um Amigo parvo a avalizar, não pago e o amigo que se lixe, método que se associa sem exceções ao do Amigo que tenta não pagar, só que estes métodos têm atualmente, em relação à lenda, o grande senão do Banco não perdoar a dívida, tal como D. Afonso VII tão magnanimamente fez com Egas Moniz e seus inocentes familiares.

    Excetuam-se os empréstimos muito grandes que a Banca faz a seus familiares e amigos que passam à categoria de incobráveis e são lançados a débito de ganhos e perdas (leia-se diminuição nos proveitos, usualmente designados por dividendos, dos pequenos acionistas, que os outros têm formas mais sofisticadas de Desnate).

    Se o Banco ficar, como se dizia no tempo da avó do autor, em Precárias Circunstâncias, vem o Estado com mecanismos tais como sejam a nacionalização, a intervenção ou o aval e salva a situação, correndo os custos por conta da principal e única entidade que financia o Estado À TAXA ZERO MENOS PARA MAIS DE QUARENTA PORCENTO, ou seja o Cidadão Comum Pagador de Impostos.

    Sabia o Leitor que as nossas Descobertas foram feitas (1) com uma perda apreciável de vidas e muito na base do recurso ao crédito, (2) que as mais-valias obtidas com o comércio do ouro, marfim, especiarias e outros produtos mais ou menos exóticos transportados pelas nossas caravelas desde terras longínquas eram mínimas se comparadas (3) com as mais-valias obtidas entre Lisboa (Centro), Lisboa (Ribeirinha) e Amesterdão ou Roterdão, Praças que eram, ao tempo, os principais centros comerciais e financeiros da Europa.

    E o Leitor quer saber porquê? Porque os resultados da Operação Descobertas revertiam para meia dúzia de famílias, que pouco se incomodando, (1) não estabeleceram Postos de Venda no Norte da Europa, (2) que vendiam FOB (Free on Board, pões a mercadoria no barco do comprador e lavas as mão do resto da transação) (3) e não vendiam CIF (Cost, Insurance and Freight, levas a mercadoria e continuas na transação até ao seu destino), e (4) deixavam que as mercadorias fossem transportadas em navios estrangeiros de cabotagem até àquelas Praças que acabaram, um pouco mais tarde, por terem de partilhar o seu poder com Londres.

    Iam pedindo empréstimos aos prestamistas ou agiotas de Sevilha e não só, primeiro para investimento puro, desbaratavam depois as receitas e ficavam sem maravedis, dobras ou dobrões para pagarem as dívidas, passado algum tempo já contraiam mais dividas só para pagar os juros dos empréstimos anteriores, em cada dia que passava os juros eram mais altos e, entretanto, passeavam-se na vida alegre e faustosamente, alardeando perante o comum mortal os símbolos do estatuto da sua condição para que ele visse a boa sorte que tinha em ter tão distintos, sábios e bonitos amos.

    Diz-se até, que, ao tempo, teria havido um Duque de Bragança, que quando bebia um copo de água, fazia tocar uma fanfarra de trombetas.

    O autor não garante, não estava lá, mas se assim foi, francamente …

    Coisas de outros tempos, deficit em educação, absolutismo, obscurantismo, o pior é que quando ele relia criticamente as linhas que escrevera, teve a triste ideia de olhar à sua volta e, em plena Democracia, não lhe pareceu ver nada de substancialmente diferente.

    O autor, neste seu olhar circulante e abrangente, não pôde deixar de reparar no panorama da penetração do mercado Lusitano feita pelos produtos e empresas de Castela (a tal coisa do Luso-Ó-Galaico que já apanhou o trem de alta velocidade para passar a ser Galaico-Ó-Luso), pelo que se sentiu regredir em tempo absoluto e em idade, parecendo-lhe estar agora no Condado Portucalense na época de D. Teresa e de D. Urraca, antes de 1140 e das questiúnculas entre D. Afonso Henriques e o seu aparentado D. Afonso VII de Castela, vestido de menestrel cantador de loas e mendigo de mercês.

    Homem vidente e avisado já começou a estudar Mandarim e Cantonês e, em paralelo, a reler as Viagens de Marco Pólo, porque para aí é que vamos todos.

    É mais que tempo de voltarmos ao Rio Cávado, que por falta de seres sobrenaturais, obrigou o autor a todos estes desvios quase a roçar as raias do esotérico.

    Começamos por mostrar-lhe o Pico do Larouco e a vista que dele se desfruta, incluindo a de um fogo, fenómeno infelizmente comum naquela região.

    (03163) Pico do Larouco

    (03162) Vista a partir do Pico do Larouco

    (03164) Vista a partir do Pico do Larouco, incêndio.





    A pior de todas as guerras
    é sempre a próxima

    Martin Guia


    NASCENTE DO RIO CÁVADO

    O Rio Cávado nasce na FONTE DA PIPA, na SERRA DO LAROUCO, perto de PADORNELOS E SENDIM (MONTALEGRE).

    Não existe qualquer caminho para a sua Nascente e para alcança-la é preciso percorrer, cerca de uma hora, uma extensão de terreno cheia de mato, nomeadamente de estevas e de outras plantas da flora selvagem da região.

    Quanto à FONTE DA PIPA propriamente dita, trata-se de uma rocha na da qual escorre a água que inicia o Rio Cávado, sendo tão pequena a quantidade que alguns cidadãos locais atribuem o nome de FONTE DA PIPA ao facto de a água ser tão pouca que levaria muito tempo para encher uma pipa.

    Na rocha da FONTE DA PIPA é visível o sulco provocado pela erosão da água no lugar donde vai brotando através do tempo.

    (05463)

    Para chegar à FONTE DA PIPA utiliza-se a estrada que passa perto da Rocha da Cabeça de Perdigueiro.

    (05412)

    e que leva à Turfeira do Larouco

    (05427) Tabuleta

    (05428) Turfeira

    Caminha-se depois a pé através do mato,

    (05476)

    (05479)

    (05440)

    passando e tendo como referência o CORNO GRANDE

    (05434)

    Após cerca de uma hora de caminhada difícil começam a avistar-se, ao longe, a traseiras da FONTE DA PIPA

    (05436)

    (05439)

    (05441)

    Depois de torneada, a FONTE DA PIPA, apresenta-se ao caminheiro como uma parte de um complexo mais vasto de rochas.

    (05448)

    (05447)

    A Nascente do Rio Cávado encontra-se no plano inclinado da rocha da FONTE DA PIPA

    (05468)

    (05453) Guia, Sr. Afonso Alves, artista, poeta, escritor, escultor com uma cultura enciclopédica da Serra do Larouco e não só

    (05459) O autor sobre a Nascente do Rio Cávado

    Aspeto da Nascente DO RIO CÁVADO NA FONTE DA PIPA

    (05463)

    (05462)

    Da FONTE DA PIPA avista-se ao longe o Pico do Larouco

    (05431)

    O Rio Cávado quando abandona da FONTE DA PIPA começa a correr por um vale atapetado por mato

    (05471)

    (05465)

    (05466)

    Este vale continua Serra abaixo, tomando o seguinte aspeto imediatamente antes de passar por debaixo da Estrada (que é a primeira Ponte) que sobe a Serra do Larouco e leva à Turfeira donde se inicia a caminhada a pé pelo mato até à FONTE DA PIPA.

    (05414)





    O grande drama dos Povos
    que habitam nas Sociedades Capitalistas
    é o de terem de comprar o dinheiro

    Martin Guia


    1ª PONTE – NO CAMINHO QUE LEVA À TURFEIRA DO LAROUCO

    O Rio Cávado passa sob a Ponte, sem qualquer muro ou sinalização, da Estrada que sobe a Serra e leva à Turfeira do Larouco.

    (05416) Piso

    (05414) Montante

    (05419) Jusante

    (05420) Jusante Captação de Águas





    O que fez por mim a Poesia? Nela me despi e vi que, na verdade,
    nu e só … tinha ganho a Liberdade!

    Martin Guia


    2ª PONTE – ENTRE MONTALEGRE E BALTAR, M-509

    O Rio Cávado, como no caso da Ponte anterior, passa por debaixo da Estrada sem ter qualquer muro ou sinalização. Era um antigo caminho de Numância que desapareceu por se lhe ter sobreposto a Estrada, não tendo o gado caminhos alternativos para pastoreio.

    O rio atravessa a Estrada vindo de Montante e flete imediatamente após a Estrada (Ponte) a Jusante, seguindo em direção a Padroso ( Montalegre ) mais ou menos paralelo à Estrada.

    (01392) Piso

    (01401) Piso (Norte para Sul, carro marca local do Piso)

    (01403) Piso (Sul para Norte, carro marca local do Piso)

    (01388) Montante

    (01387) Montante

    (01393) Jusante

    (01400) Jusante

    (01901) Jusante





    Amor,
    não desesperes para fazeres-me sempre feliz
    porque se assim fosse ignoraria o que era sê-lo!

    Martin Guia


    3ª PONTE – ENTRE MONTALEGRE E PADROSO, M-509-2

    (01407) Piso

    (01408) Montante

    (01409) Montante

    (01412) Jusante

    (01413) Jusante





    Fazer Poesia é musicar a Síntese!

    Martin Guia


    4ª PONTE – EM MONTALEGRE – ESTRADA MUNICIPAL, RUA DAS COLMEIAS

    (01420) Piso

    (01421) Montante

    (01422) Montante

    (01424) Jusante

    (01425) Jusante

    (01426) Placa

    (01427) Placa





    Aconteça o que acontecer não interessa o que me interessa
    porque, amor meu, se o pouco que te fiz, fez-te feliz,
    então, quem está feliz sou eu!

    Martin Guia


    5ª COMPORTA – EM MONTALEGRE

    (01433) Comporta

    (01435) Comporta

    (01431) Montante para Jusante

    (01432) Montante para Jusante

    (01429) Jusante para Montante

    (01430) Jusante para Montante

    (01436) Jusante

    (01437) Jusante

    (20194) Vista em janeiro de 2014 de Montante para Jusante (Comporta e 6ª Ponte)

    (20195) Vista em janeiro de 2014 de Montante para Jusante (Comporta e 6ª Ponte)





    Ébano? Ébano, não, café com leite claro,
    macia, sedosa, suave e cheirosa!

    Martin Guia


    6ª PONTE – EM MONTALEGRE – ESTRADA PARA SANTO ADRIÃO (MONTALEGRE)

    (01439) Tabuleiro

    (01441) Piso

    (01443) Montante

    (01445) Montante

    (01447) Jusante

    (01448) Jusante





    Cavalguei a brisa, amalgamei o símbolo com o que simboliza
    e de alquimista da minha Poesia passei a enxofre da minha Alquimia!

    Martin Guia


    7ª COMPORTA – EM MONTALEGRE – MODERNA COM RIO E CANAL

    (05277) Início da Divisória entre Canal e Rio

    (05272) Ponte entre Canal e Rio

    (05275) Ponte

    (05276) Montante

    (05271) Montante

    (05278) Jusante

    (05281) Jusante

    (05288) Jusante, fim da Divisória





    À Saída olhei para trás e vi que na vida corri, suei, sofri,
    sem nunca ter saído da Porta de Saída!

    Martin Guia


    8ª PONTE – PONTE A – ENTRE EN-308 E DONÕES

    (05292) Piso

    (05294) Montante

    (05299) Jusante





    Despidos da nossa História ficamos nus e indefesos!

    Martin Guia


    9ª PONTE – PONTE B – ENTRE EN-308 E DONÕES

    (05310) Piso

    (05313) Montante

    (05316) Jusante





    Não me peças que seja só teu!
    Poderei ser só teu se não me retirares a liberdade de sê-lo!

    Martin Guia


    10ª PONTE – ENTRE MONTALEGRE E SEZELHE, EN-308

    (01455) Piso

    (01456) Montante

    (01457) Montante

    (01459) Jusante

    (01460) Jusante





    Pode desmontar-se um raciocínio “à la Palice” com outro de igual força.
    Assim sendo, o possível é possível!

    Martin Guia


    11ª PONTE – EM FRADES (SEZELHE) – CAMINHO RURAL, EN-308

    (01465) Piso

    (01466) Piso

    (01467) Montante

    (01468) Montante

    (01470) Jusante

    (01471) Jusante





    A metáfora, parábola dos leigos, serve para meter veneno e intrigar
    sem grande risco!

    Martin Guia


    12ª PONTE – EM SEZELHE – CAMINHO RURAL, EN-308

    (01509) Piso

    (01510) Piso

    (01522) Piso

    (01511) Montante

    (01512) Montante

    (01515) Jusante

    (01514) Jusante (o rio segue em frente e a barragem trava o seu percurso normal)

    (01516) Jusante (o rio segue em frente e a barragem trava o seu percurso normal)

    (01518) Barragem de Sezelhe (Alto Cávado) (tampona o rio)

    (01519) Barragem de Sezelhe (Alto Cávado) (tampona o rio)

    (01521) Barragem de Sezelhe (Alto Cávado) (tampona o rio)





    Para apanhar bolota é preciso trepar!

    Martin Guia


    13ª BARRAGEM DO ALTO CÁVADO – EM SEZELHE, EN-308

    (01490) Piso

    (01491) Piso

    (01493) Piso

    (01518) Barragem de Sezelhe (Alto Cávado) (tampona o rio)

    (01494) Montante

    (01495) Montante

    (01486) Jusante

    (01487) Jusante

    (01489) Jusante

    (01498) Jusante





    A ignorância é alquimista, faz da merda ouro!

    Martin Guia


    14ª PONTE – ANTIGA – DOS CAMINHEIROS DA SENHORA VILA DE ABRIL (SOBRE RIBEIRA QUE DESAGUA NO TÚNEL ONDE DESAGUA TAMBÉM O RIO CÁVADO)

    (01529) Tabuleiro e Piso

    (01530) Piso

    (01531) Montante

    (01532) Montante

    (01533) Montante

    (01535) Jusante

    (01536) Jusante





    Da mesma forma que uns servem para trabalhar e outros para terem emprego, uns, poucos, servem para se avançar e outros, muitos, só para se pendurarem!

    Martin Guia


    15ª TÚNEL – EM SEZELHE

    (01542) Entrada para o Túnel

    (01545) Entrada para o Túnel

    (01546) Entrada para o Túnel

    (01547) Entrada para o Túnel

    (01548) Entrada para o Túnel

    (01556) Entrada para o Túnel

    (01555) Entrada para o Túnel

    (01540) Montante do Túnel (continuação do Rio Cávado após tamponamento da Barragem do Alto Cávado na sua margem direita)

    (01566) Montante do Túnel (continuação do Rio Cávado após tamponamento da Barragem do Alto Cávado na sua margem direita)

    (01534) Ribeira do lado oposto ao Rio Cávado que também flui para o Túnel, sobre a qual passa a 12ª Ponte, Ponte dos Caminheiros

    (01535) Ribeira do lado oposto ao Rio Cávado que também flui para o Túnel, sobre a qual passa a 12ª Ponte, Ponte dos Caminheiros





    Há sempre sapateiros que defendem a globalização e o consequente pé universal único insistindo para que moldes os teus pés à medida dos seus.
    Não cedas e continua a calçar só sapatos à tua medida!

    Martin Guia


    CAV-RAB 1 – CHEGADA DO TÚNEL DA BARRAGEM DE SEZELHE À BARRAGEM DE PISÕES

    (20168) Local da chegada do Túnel

    (20179) Local da chegada do Túnel

    (20169) Local da chegada do Túnel

    (20171) Local da chegada do Túnel

    (20173) Local da chegada do Túnel

    (04098) Localização

    (04101) Localização





    É no esquecimento daquilo que fomos e que talvez ainda sejamos que, no futuro, seremos o que os outros de nós quiserem fazer!

    Martin Guia


    CAV-RAB 2 – BARRAGEM DE PISÕES OU ALTO RABAGÃO

    (04067) Vista de Jusante

    (04070) Piso

    (04176) Montante

    (04081) Montante

    (04071) Montante

    (04074) Jusante

    (04075) Jusante

    (04086) Jusante





    Rosto meio adormecido, mas com um sorriso escondido que só desponta quando pensa que ninguém a vê … obrigado Senhor, por só eu saber porquê!

    Martin Guia


    CAV-RAB 3 – PONTE DE VILA DA PONTE – ENTRE PISÕES E VENDA NOVA, N-103

    (20143) Tabuleiro

    (20144) Tabuleiro

    (20145) Piso

    (20146) Piso

    (20147) Montante

    (20150) Jusante





    Cidadão livre é provavelmente aquele que teve a sorte de beber uma dose muito grande de fair-play no leite materno da Pátria que o criou!

    Martin Guia


    CAV-RAB 4 – BARRAGEM DA VENDA NOVA

    (04035) Barragem vista de Jusante

    (04037) Piso

    (04039) Piso

    (20137) Montante

    (04038) Montante

    (04058) Montante

    (04117) Montante (Estação de Lavagem das Minas da Borralha, Borralha)

    (04115) Montante (Estação de Lavagem das Minas da Borralha, Borralha)

    (04118) Montante (Estação)

    (04036) Jusante

    (04043) Jusante

    (04044) Jusante

    (04040) Jusante





    A existência da Liberdade pressupõe Responsabilidade e Autoridade em equilíbrio, a primeira precedendo a segunda!

    Martin Guia


    16ª BARRAGEM DA PARADELA (MONTALEGRE), EN-308

    (01575) Piso

    (01576) Piso

    (01577) Montante

    (01580) Montante

    (01588) Montante

    (01589) Montante

    (01574) Jusante

    (01583) Jusante

    (01584) Jusante

    (01585) Jusante





    Sem Responsabilidade, a Autoridade tende para a Tirania e para a Desordem!

    Martin Guia


    17ª PONTE – ENTRE FERRAL E CABRIL (EX–CENTRAL ELÉTRICA DO CABRIL)

    (01620) Tabuleiro

    (01611) Piso

    (01613) Montante

    (01623) Montante

    (01618) Montante

    (01619) Montante

    (01616) Jusante





    Democracia consiste num sistema Sociopolítico envolto na Liberdade da sua própria Cultura, no qual Responsabilidade e Autoridade se equilibram e em que a Cultura para continuar a ser Cultura a si mesma se sublima!

    Martin Guia


    18ª PONTE – PONTE DOS LAGOS – CONFLUÊNCIA DO RABAGÃO COM O CÁVADO – EM FRENTE A SIDRÓS – ENTRE EN-103 E EN-308, VIA RUIVÃES, FRADES (RUIVÃES) E CABRIL

    (05793) Placa Ponte dos Lagos

    (04193) Ponte dos Lagos vista de Sidrós (à esquerda o Rio Rabagão, a direita o Rio Cávado e em frente o Rio Cávado após a Confluência do primeiro com ele)

    (04198) Ponte dos Lagos vista de Sidrós (à esquerda o Rio Rabagão, à direita o Rio Cávado e em frente o Rio Cávado após a Confluência do primeiro com ele)

    (05752) Ponte dos Lagos vista de Sidrós (à esquerda imediata o Rio Rabagão, em frente o Rio Cávado após a Confluência com o Rio Rabagão, à direita o Rio Cávado antes desta)

    (01846) Tabuleiro

    (05763) Piso

    (05764) Piso

    (08095) Piso

    (08096) Rio Cávado proveniente de Montante

    (08099) Rio Cávado proveniente de Montante

    (08102) Rio Rabagão proveniente de Montante (apresenta–se pela esquerda do Cávado)

    (08108) Jusante, Rio Cávado após a Confluência

    (08110) Jusante, Rio Cávado após a Confluência

    (01856) Jusante





    O conceito de Pátria retrograda-se, por razões financeiras,
    para o de Agência Local de Multinacional!

    Martin Guia


    19ª BARRAGEM DE SALAMONDE, EN-103-4

    (08187) Barragem, Montante e Jusante

    (08180) Piso

    (08181) Piso

    (08183) Montante

    (08189) Jusante

    (08176) Jusante





    Quem muda de campo é sempre obrigado a ser extremista para convencer aqueles que nunca mudaram e que sempre foram o que são, que eles também são!

    Martin Guia


    20ª PONTE – ENTRE VENTOSA E RIO CALDO, EN-304

    (01800) Tabuleiro

    (01804) Piso

    (01805) Piso

    (01806) Montante (Confluência Rio Gerês, à esquerda com Rio Cávado, à direita)

    (01807) Montante (Rio Cávado)

    (01811) Jusante

    (01812) Jusante





    Em Democracia é tão importante ocupar bem um lugar como saber largá-lo!

    Martin Guia


    21ª BARRAGEM DA CANIÇADA, EN-308

    (08243) Piso

    (08244) Piso

    (08246) Montante

    (08245) Montante

    (08242) Jusante

    (08249) Jusante





    Atualmente, bom político é aquele que faz crer que tudo para trás dele não foi feito, ou não presta, e que inaugura, como se dele fosse, aquilo que de bom os outros antes dele fizeram!

    Martin Guia


    22ª PONTE – ENTRE PARADA DO BOURO E DORNAS, M-595-1

    (08262) Piso

    (08263) Piso

    (08264) Montante

    (08265) Montante

    (08267) Jusante

    (08268) Jusante





    O trabalho dos Deputados, mesmo com poucas horas de presença, é sempre fecundo. Convém não ser o objeto passivo do ato.

    Martin Guia


    23ª PONTE – PONTE DO PORTO – ROMANA – ENTRE AMARES (FREGUESIA DE PROZELO) E EN-205-4

    (03222) Tabuleiro

    (08307) Piso

    (08308) Piso

    (08310) Montante

    (08313) Jusante





    O Deputado mais inteligente é aquele que sendo estúpido faz de todos nós parvos!

    Martin Guia


    24ª PONTE – ENTRE AMARES E PÓVOA DE LANHOSO OU ADAÚFE, EN-205-4

    (05142) Piso

    (05145) Montante

    (08296) Montante

    (08301) Jusante

    (08302) Jusante





    Sempre que te digam que estão a dar-te a melhor coisa do mundo não acredites!

    Martin Guia


    25ª CENTRAL ELÉTRICA DA PONTE DO BICO – ENTRE SOUTELO E PALMEIRA, EN-101

    (08350) Central vista de Jusante

    (08351) Central vista de Jusante

    (08352) Piso e Jusante

    (08358) Montante

    (08359) Montante

    (08360) Montante

    (08364) Jusante





    Na nossa terra para vencer na Política vale mais agradar aos Chefes do que conhecer o Povo!

    Martin Guia


    26ª PONTE – ENTRE SOUTELO E PALMEIRA, EN-101

    (08356) Tabuleiro

    (08339) Piso

    (08341) Montante

    (08346) Jusante





    Só quem não sabe o que é a Amizade sente a necessidade de justificá-la!

    Martin Guia


    27ª PONTE – ENTRE VILA DO PRADO E BRAGA, A-11, EN-201

    (08400) Piso

    (08406) Montante

    (08401) Jusante





    A vida é o encontro da consciência com o corpo e a morte o seu encontro com a alma!

    Martin Guia


    28ª PONTE – ANTIGA – ENTRE BRAGA E VILA DO PRADO, RUA DA PRESA

    (08409) Tabuleiro

    (08388) Piso

    (08390) Montante

    (08397) Jusante

    (08412) Esgoto a céu aberto a Jusante da Ponte

    (08414) Esgoto a céu aberto a Jusante da Ponte

    (08408) Ponte e porcaria do Esgoto a céu aberto a Jusante da Ponte





    Só é bom em logística quem carrega bem às costas a estratégia!

    Martin Guia


    29ª PONTE – ENTRE BRAGA E PONTE DE LIMA, A-3 – IP-1

    (08457) Tabuleiro

    (08445) Piso, Montante

    (08449) Piso Jusante

    (08448) Montante

    (08450) Jusante





    Não sou pedreiro de muros indestrutíveis, sou só tecelão de fios invisíveis!

    Martin Guia


    30ª PONTE – ENTRE POUSA – ENTRE A RUA DO RIO CÁVADO E AREIAS DE SÃO VICENTE, M-559

    (08454) Piso

    (08456) Montante

    (08460) Jusante





    Se queres castigar-me por tanto viver, Senhor Deus, castiga-me com o amanhecer!

    Martin Guia


    31ª BARRAGEM DE PENIDE – EM AREIAS DE SÃO VICENTE – ENTRE BARCELOS E VILA DO PRADO, EN-205

    (08482) Montante (à direita) e Jusante (à esquerda)

    (08483) Piso

    (08485) Montante

    (08476) Jusante

    (08479) Jusante





    Um monte, uma fonte, uma ponte, um rio, um teto, pão, uma mulher, um livro, uma canção, um coração a bater … que mais poderá um homem querer!

    Martin Guia


    32ª PONTE – EM BARCELOS – ENTRE A-11 E SANTA EUGÉNIA (BARCELOS), EN-205

    (08589) Piso

    (08591) Montante

    (08593) Jusante





    Tempo que é só meu se sozinho estou, tempo que é nosso quando estou contigo,
    tempo meu amigo porque estás comigo, tempo que és de paz pois comigo estás,
    tempo que me roubas se o teu não dás!

    Martin Guia


    33ª PONTE – MEDIEVAL – EM BARCELOS – ENTRE BARCELOS E BARCELINHOS

    (08508) Tabuleiro

    (08509) Tabuleiro

    (08497) Piso

    (08500) Montante

    (08503) Jusante





    Bombas, explosões, ruínas, destroços, ventos de vingança, corpos em pedaços,
    a terra queimada, o choro da criança que colhi nos meus braços,
    uma rosa colhida na terra do nada!

    Martin Guia


    34ª PONTE – NOVA – EM BARCELOS – ENTRE BRAGA E VIANA DO CASTELO, EN-103

    (03237) Piso

    (08602) Montante

    (08603) Montante

    (08604) Jusante

    (08605) Jusante





    Não há maior feitiço, nem coisa mais bonita do que quando a mulher, que muito amou sem nunca ter sentido, pela primeira vez se dá! É isso e estar lá!

    Martin Guia


    35ª PONTE – ENTRE A11 E VIANA DO CASTELO, A-28 – IC-1

    (08607) Piso

    (08608) Montante

    (08610) Jusante





    Chorei e ri quando descobri na terra queimada da guerra e do nada
    uma rosa teimosa que teimava em ser rosa!

    Martin Guia


    36ª PONTE – ENTRE ESPOSENDE E FÃO, EN-13

    (02852) Tabuleiro

    (02862) Piso

    (02860) Piso, para peões

    (02854) Montante

    (02857) Jusante





    Filho meu que já morreu e que só por ser homem não pari,
    e que, coisa estranha, em cada dia que passa mais se me entranha!

    Martin Guia


    37Aª FOZ DO RIO CÁVADO – MARGEM NORTE, ESPOSENDE

    (03476)Linha da Foz (o barco marca a Linha da Foz)

    (02848) Foz de Montante para Jusante

    (02849) Foz de Montante para Jusante

    (03247) Foz de Jusante para Montante

    (03467) Fim do Molhe Norte da Foz

    (03475) O autor no fim do Molhe Norte

    (03473) O autor na Linha da Foz

    (03466) Farol na margem Norte

    (02851) Forte de São João Baptista, Ícone da Foz





    Sonho, meu último reduto do incrível e do impossível,
    quando és desejado tens tanta força que te sonho acordado!

    Martin Guia


    37Bª FOZ DO RIO CÁVADO – MARGEM SUL, OFIR

    (04264) Foz, Margem Sul (ao fundo a Margem Norte)

    (04263) Foz, Margem Sul (ao fundo a Margem Norte)

    (04266) Foz, Margem Sul (ao fundo a Margem Norte)

    (04268) Foz, vista da Margem Sul para a Margem Norte





    Esperança, querida esperança, que me nasceste em criança,
    encheste-me, vi-te crescer, por ti chamaram-me louco,
    hoje estás já a morrer, meu amor duraste pouco!

    Martin Guia


    38ª CAVALOS DE FÃO

    (01170)

    (01167)

    (01176)

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